sexta-feira, 2 de outubro de 2015

A minha Lisboa

És o cais para quem chega,
Porto para quem se abriga,
A terra de quem fica,
E a saudade para quem vai.
És quem o Mar delimita,
Céu quis alcançar,
E nunca se cansou de mudar.
És o pequeno tesouro
Que poucos conseguem ver.

Mas num turbilhão de voltas
Há horas em que te machucam,
Espezinham e envergonham.
E tu, sem culpa nenhuma,
Dizes adeus a quem viste nascer.
E neste vai e vem,
Fica o coração apertado,
Porque o amor de quem te teve,
Será sempre maior, que o amor de quem te tem. 



*imagem retirada do google

2 comentários:

sofia disse...

quem te ama sou eu!

sofia disse...

saudades!